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Início » Descubra » Comex pós-2025: tendências que vão ditar a agenda de importação e exportação

Comex pós-2025: tendências que vão ditar a agenda de importação e exportação

  • Foto de Redação Narwal Redação Narwal
  • 19 janeiro 2026
  • 10 minutos

Se 2025 foi o ano em que muita empresa “aceitou” a transformação do comércio exterior, 2026 em diante tende a ser o período em que ela será cobrada na prática, por sistema, por integração e por obrigação acessória.

A agenda de importação e exportação está sendo puxada por três forças ao mesmo tempo. Primeiro, a digitalização definitiva via Portal Único. Depois, a padronização de dados. E, por fim, novas camadas de compliance tributário e ambiental. Ou seja: menos improviso, mais rastreabilidade. E, sim, mais previsibilidade para quem se preparar.

A seguir, estão as tendências mais relevantes para o comex pós-2025, com impacto real em prazo, custo e risco.

1) Portal Único e DUIMP viram obrigação

Até pouco tempo, “migrar para o Portal Único” era tratado como iniciativa. Agora, a migração está sendo dirigida por cronogramas e fases. E isso muda a governança interna: o comex para de ser uma operação manual e passa a ser uma operação unificada e automatizada.

O ponto central é a DUIMP no Novo Processo de Importação (NPI). Ela está sendo usada para substituir, de forma gradual, fluxos antigos e documentos que eram mantidos em esteiras separadas. Esse avanço tem sido comunicado com atualizações frequentes e com cronogramas oficiais de adoção.

Na prática, a pergunta deixa de ser “quando eu vou migrar?”. E vira “como eu vou operar bem depois que migrar?”. Portanto, times que investirem em rotina, cadastros e integrações vão ganhar tempo de desembaraço. E também vão reduzir retrabalho.

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2) Catálogo de Produtos vira ativo de produtividade

Se existe uma peça que parece burocrática, mas entrega escala, é o Catálogo de Produtos. Ele está ligado a um princípio simples: padronizar para reutilizar.

Quando o cadastro é bem feito, a DUIMP não precisa ser montada do zero a cada importação. Em vez disso, informações são reaproveitadas. E, como consequência, o processo fica mais ágil. Esse conceito é explicitado em material oficial, inclusive com orientação de que o cadastro prévio tende a deixar o fluxo menos lento.

Além disso, a integração técnica está pronta para ser explorada. Existe documentação oficial de API do Catálogo de Produtos (CATP). Ou seja: cadastros podem ser alimentados por ERP, PIM, esteiras internas e governança de dados.

Em resumo: produto bem cadastrado vira “atalho” operacional. Produto mal cadastrado vira gargalo repetido.

3) Integração via APIs acelera: comex passa a ser também tecnologia

No pós-2025, o comex vai ser cada vez menos “uma tela” e cada vez mais “um ecossistema”. Isso acontece porque integrações estão sendo estimuladas oficialmente pelo Portal Único, com documentação pública para conexão entre sistemas privados e módulos governamentais.

Dois exemplos claros entram na mesa:

  • Controle de Carga e Trânsito (CCT): há APIs oficiais para controle e consulta de eventos logísticos, inclusive em fluxos de exportação e em modalidades específicas de importação.
  • Recintos / API-Recintos: a prestação de informações técnicas e operacionais vem sendo tratada com guias oficiais, conectando recintos, sistemas e exigências de transmissão de dados.

O efeito prático é bem direto: mais automação será exigida para competir em prazo. E, ao mesmo tempo, erros manuais serão mais caros, porque serão rastreáveis.

Contêiner em pátio aeroportuário com luzes de alta velocidade ao redor, simbolizando o comex pós-2025, com logística mais digital, rastreável e integrada.

4) Reforma tributária encosta na operação: obrigação acessória entra no detalhe do item

Aqui está a parte que muita gente vai sentir no dia a dia: o dado tributário por item está sendo operacionalizado no fluxo de importação.

A Lei Complementar 214/2025 institui elementos do novo modelo (IBS e CBS, entre outros). E já existe orientação prática publicada no âmbito do Siscomex sobre preenchimento do cClassTrib nas declarações, incluindo indicação de campo específico na DUIMP.

Traduzindo: mais informação estruturada será requerida, e ela terá de estar correta no nível de mercadoria. Além disso, processos internos terão de ser revisados. E isso tende a envolver fiscal, TI, cadastro, compras e comex na mesma mesa. Portanto, governança deixa de ser luxo e vira requisito.

5) OEA segue ganhando peso como estratégia de risco e fluidez

Outra tendência é a valorização de programas de conformidade e gestão de risco. O OEA (Operador Econômico Autorizado) tem sido mantido como agenda ativa pela Receita Federal, com páginas dedicadas e estatísticas de representatividade.

Mesmo quando a empresa não está certificada, a lógica OEA influencia o mercado: processos são padronizados, controles são documentados e risco é gerenciado. Com isso, o “compliance operacional” passa a ser percebido como diferencial competitivo, não como burocracia.

6) Compliance ambiental entra no radar: CBAM e rastreabilidade de emissões

Para quem exporta, ou para quem vende para cadeias que exportam, a régua ambiental está ficando mais objetiva.

O CBAM da União Europeia (Carbon Border Adjustment Mechanism) entrou em fase transitória em outubro de 2023, com período de transição até 31 de dezembro de 2025. A própria página oficial descreve a fase transitória e o modelo de implementação. E, no pós-2025, o tema tende a ganhar ainda mais governança interna, porque dados de produto e cadeia passam a ser solicitados com mais frequência.

Mesmo quando a empresa não exporta para a UE, esse tipo de exigência “contamina positivamente” o mercado. Afinal, fornecedores passam a ser cobrados. E dados passam a ser pedidos em cascata. Portanto, rastreabilidade e qualidade cadastral voltam ao centro.

7) O novo KPI do comex: previsibilidade

No fim, a tendência mais forte é cultural. O comex pós-2025 premia previsibilidade.

Quando dados são estruturados, integrações são usadas e cadastros são confiáveis, a operação deixa de depender de “correria”. Em contrapartida, quando tudo é feito no improviso, cada mudança de regra vira incêndio. E incêndio consome margem.

Por isso, empresas mais maduras estão tratando o comex como um motor de vantagem: custo, prazo, compliance e inteligência de decisão. E essa virada medida no caixa.

Esse cenário não pede mais uma planilha “bem feita”. Ele pede processo, dado e visão ponta a ponta.

É exatamente por isso que soluções como a Narwal fazem sentido no comex pós-2025: porque ajudam a traduzir mudança regulatória e avanço do Portal Único em rotina operacional, com padronização, rastreabilidade e governança.

Assim, quando o jogo vira (e ele vira rápido), a empresa não precisa correr atrás do prejuízo, ela só executa.

Redação Narwal
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