A rotina de comércio exterior em 2026 ficou mais densa. Mais regras, mais documentação, fiscalização baseada em risco, frete internacional volátil e pressão por previsibilidade. Nesse cenário, apoiar a operação só em planilhas e conferência manual expõe a empresa a erro, retrabalho e perda de margem.
É aqui que a automação no Comex deixa de ser acessório e passa a ser pilar de competitividade. O desafio é evoluir da simples parametrização de sistemas para um modelo em que os dados se transformam em inteligência para decidir melhor.
Parametrização: a base da automação no Comex
Durante muito tempo, automatizar significou parametrizar o ERP e o sistema de Comex: regras fiscais, NCM, CFOP, enquadramentos, incidência de tributos, regimes especiais. Quando essa base está bem configurada, a empresa reduz erros em notas, declarações e cálculos de impostos.
Essa camada continua essencial. Ela sustenta o desembaraço aduaneiro, o uso correto de benefícios e a conformidade com a legislação. Sem uma parametrização consistente, qualquer tentativa de avançar em automação fica instável.
O limite está no fato de que essa automação responde apenas a regras fixas. Ela executa o que já foi definido, mas não ajuda a escolher a melhor rota, priorizar cargas ou avaliar impacto de uma decisão logística na margem do negócio.
Quando a automação começa a apoiar decisões
Muitas operações já automatizam tarefas pontuais: geração de documentos, integração de pedidos, envio de arquivos para o despachante, notificações básicas de status. Isso reduz esforço operacional, mas mantém o time em modo reativo.
A virada acontece quando a automação passa a apoiar perguntas como:
• Qual rota equilibra melhor custo, prazo e risco para este embarque?
• Como o modal escolhido hoje afeta estoque e caixa nos próximos meses?
• Quais operações concentram maior risco de exigência, multa ou atraso?
Para responder a isso, a automação precisa estar conectada a dados históricos, KPIs de performance e contexto de negócio, não apenas a regras tributárias.
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Do fluxo operacional à inteligência com dados
Cada cotação de frete, cada DI registrada, cada atraso em canal, cada cobrança de demurrage é um dado valioso. Quando essas informações são estruturadas, a empresa consegue:
- enxergar padrões de atraso por rota, porto, parceiro ou tipo de mercadoria
- comparar custos logísticos por fornecedor, modal e Incoterm
- medir o efeito real de regimes especiais na margem
- relacionar falhas documentais com eventos de fiscalização e penalidades
Nesse ponto, a inteligência com dados começa a diferenciar operações. O gestor deixa de depender apenas de memória e percepções e passa a apoiar decisões em evidências: quais rotas funcionam melhor, quais parceiros entregam mais consistência, onde a classificação fiscal gera mais risco.
O papel da Narwal nessa evolução
A Narwal nasce para conectar automação e inteligência. Em vez de apenas executar processos, a plataforma centraliza dados de importação, exportação, frete internacional, regimes especiais e classificação fiscal em um ambiente único.
Com isso, a automação passa a incluir:
- painéis de KPIs de Comex e supply chain atualizados automaticamente
- análise de performance por rota, agente de carga, armador e tipo de carga
- alertas inteligentes para operações com maior probabilidade de custo extra ou atraso
- base histórica sólida para renegociar frete, revisar fornecedores e ajustar estratégia de sourcing
A mesma informação que servia apenas para “não errar” passa a ser usada também para decidir onde investir, o que ajustar e o que evitar.
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Como avançar da parametrização à inteligência
Essa jornada não precisa ser radical. Alguns movimentos já colocam a operação em outro patamar:
- revisar a qualidade da base de NCM, cadastro de produtos e regras fiscais
- integrar sistemas que hoje trabalham isolados (ERP, TMS, ferramentas de Comex, planilhas)
- definir poucos KPIs-chave de custo, prazo e compliance e garantir sua medição contínua
- usar a automação para consolidar dados e liberar a equipe para análise e melhoria de processo
Quando isso acontece, a automação no Comex deixa de ser apenas um mecanismo para “fazer mais rápido” e se torna um motor para pensar melhor a operação, com decisões guiadas por dados, mais previsibilidade e maior proteção de margem.
A Narwal é o maior software de gestão de Comércio Exterior e Logística Internacional do Brasil.